terça-feira, 1 de março de 2011

Explosão solar é mistério para ciência


Apesar das explosões solares registradas pela Nasa (agência espacial norte-americana) neste mês, tudo indica que o Sol anda mais preguiçoso do que o "normal".


As chamadas "tempestades solares", erupções na superfície do Sol que liberam alta carga de energia no espaço, costumam atingir seu pico a cada 11 anos.

Como o último ponto mais alto foi registrado em 2001, era esperado que o próximo ocorresse no ano que vem.
"Mas isso está longe de acontecer", explica o físico solar Pierre Kaufmann, especialista em astrofísica solar.

De acordo com ele, a atividade do Sol está bastante retardada. E ainda: as explosões recentes tiveram baixa intensidade, depois de quatro anos de "repouso" solar.

"Pelo andar da carruagem, pode ser que o auge do ciclo atual do Sol aconteça só em 2016", diz o cientista.

Outra possibilidade é que o ciclo solar se feche em 2012, mas com um pico menos intenso do que se imaginava.

Durante um ciclo solar, surgem manchas na superfície do Sol. "Em volta dessas manchas há gás quentíssimo e ionizado [gás em que os átomos estão dissociados]. Então, ocorrem as explosões súbitas", explica Kaufmann.

Esses fenômenos explosivos são na atmosfera da estrela, ou seja, saem da superfície para fora do Sol.

As explosões solares alteram principalmente sistemas de transmissão de energia e telecomunicações na Terra.
Isso começou a ser percebido no começo do século 20, quando cientistas notaram queda no sistema de comunicação de submarinos.

Continue lendo em: Folha UOL
O vídeo abaixo mostra uma notícia da rede de televisão estadunidense ABC sobre um Guia de Controle de Desastres, que pode ser encontrado em todos os departamentos de bombeiros daquele país.



Nada anormal quanto isto, se não fosse pelo fato do manual conter uma seção inteira (capítulo XIII) intitulada “Enemy Atack and UFO Potential“, ou, em português, Ataque Inimigo e Potencial de OVNIs.

O manual orienta os bombeiros daquele país em como agir caso haja uma invasão alienígena, cobrindo assuntos que vão desde a possibilidade de seus veículos ficarem inutilizados devido aos possíveis efeitos eletromagnéticos que uma nave alienígena possa causar, até em como tratar dos próprios ETs em caso de ferimentos, se necessário.

Jim Mann, membro da MUFON, diz que o livro é uma ótima oportunidade de treinamento, pois é algo concebível de acontecer em nossas vidas. Ele diz que é um sinal de que as pessoas profissionais estão começando a levar a sério este assunto.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Mais de 500 milhões de planetas podem ter vida

Equipe da Nasa estima que podem existir até 50 bilhões de planetas apenas na Via Láctea.
Cientistas ligados à Nasa apresentaram novas estimativas do número de planetas existentes na Via Láctea: nada menos que 50 bilhões. Destes, 500 milhões podem ter temperaturas compatíveis com a vida.

Os dados foram apresentados neste sábado (19) durante a reunião da Sociedade Americana para o Avanço da Ciência (na sigla em inglês, AAAS) em Washington, Estados Unidos, e saíram dos primeiros resultados da missão Kepler, que enviou um telescópio ao espaço para descobrir a existência de planetas fora do sistema solar.

Para chegar a esse número, William Borucki, cientista-chefe da missão, levaram em conta aquantidade de candidatos a planetas já encontrados pelo Kepler (cerca de 1200, 54 deles dentro da zona habitável) e estimaram que uma a cada duas estrelas têm pelo menos um planeta, e em uma a cada 200, esse planeta pode ser compatível com vida --- pelo menos no que se refere à sua temperatura. Os números então foram extrapolados para o número de estrelas estimados na galáxia, 100 bilhões. "Mas o Kepler só consegue ver planetas que orbitem perto da estrela", explicou. “Se ele estivesse observando o Sol, a chance dele captar a Terra, por exemplo, seria pequena”.

A missão Kepler descobre os planetas ao registrar a diferença de brilho de sua estrela quando o planeta passa entre a Terra e ela. Os resultados até agora são muito animadores, disse Sara Seager, professora de astronomia do MIT (Massachusetts Institute of Technology). “Muitos dos planetas que descobrimos desafiam as leis da Física como as conhecemos hoje. Já encontramos mais de 100 planetas com o tamanho de Júpiter, por exemplo. Não achávamos que poderiam haver tantos planetas tão grandes”, disse. “Kepler está nos mostrando que tudo é possível”.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Aliens estiveram na ISS, confirmariam vídeos da NASA

O mistério do Avião da FAB - 1997

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011


Área 51 e Bob Lazar

Bob LazarEx-engenheiro da Nasa declara já ter trabalhado com espaçonaves extraterrestres na Área 51
No noroeste da cidade de Las Vegas (EUA), conhecida mundialmente pelos seus cassinos e a uma distância aproximada de 210 quilômetros através do deserto, situa-se a área de testes atômicos de Nevada.

Até pouco tempo atrás esta região não existia oficialmente, pois é lá que se encontra, próximo ao lago de Groom Lake, a ultra-secretaÁrea 51. Só recentemente o governo americano reconheceu a sua existência. Contudo, reconheceu como sendo somente uma simples área de testes, se é que se pode chamar de "simples área de testes" uma região onde se realizam testes atômicos. De qualquer forma, parece que não é bem assim. Construída pela Lockheed em 1955 para desenvolver o fantástico avião espião U-2 para a CIA, a Área 51 tem sido palco de fantásticos acontecimentos.

Algo de estranho aconteceu (ou acontece) naquela região. Se, como o governo americano afirma, era uma simples área de testes, por que tanto segredo? Por que tanta segurança? Por que usar a violência contra as pessoas que tentaram se aproximar da região? Por que o controle do tráfego aéreo?Em 1989 entra em cena Robert Lazar, supostamente engenheiro e físico nuclear, que afirma ter sido convocado para a trabalhar num projeto secreto, chamado projeto Galileu, destinado ao estudo de naves extraterrestres.

Estas naves teriam sido capturadas pelo governo norte-americano em acidentes ocorridos no sul dos EUA e estariam sendo estudadas nesta base ultra secreta. A função de Lazar era estudar os meios de propulsão destes discos.Segundo Lazar o sistema de propulsão destas naves era composto por uma espécie de reator que produzia antimatéria e reagia com matéria numa reação de aniquilação. Este reator tinha apenas 45 cm de diâmetro por 30 cm de altura e localizava-se no centro do disco. A forma como acelerava prótons no reator e a forma como o calor era convertido em eletricidade eram totalmente uniformes, sem qualquer desperdício de calor ou de energia latente. O reator parecia ser alimentado com um elemento não encontrado na Terra.Parte de sua contribuição no projeto era descobrir que elemento era este e onde ele se ligava à tabela periódica dos elementos químicos.

Depois de muitas pesquisas sua equipe chegou a conclusão que esse elemento seria de número atômico 115. Além disso, em todos os discos voadores existentes no setor S-4 da Área 51 haviam amplificadores gravitacionais, posicionados um junto ao outro em suas bases, os quais seriam os mecanismos de propulsão das naves.

Especula-se que esses "amplificadores gravitacionais" não sejam simples sistemas de propulsão e sim dispositivos com capacidade para realizar distorções no espaço-tempo com intensidade suficiente para criar atalhos (ou, como alguns preferem, portais) para mundos distantes.

A Teoria da Relatividade Geral é tão complexa, que significa que ainda hoje não compreendemos completamente todas as suas consequências e, portanto, não podemos excluir todas as possibilidades existentes, por mais absurdas que elas possam parecer no momento.